CARMAGEDDON: REINCARNATION

O melhor jogo com carros estará de volta no ano que vem.

GUIA PARA COMPREENDER A HISTÓRIA DE DIABLO 3

O que aconteceu até agora.

SE A VALVE NÃO QUIS LANÇAR SEU JOGO NO STEAM...

...Você deve se perguntar por quê.

PREVIEW DE CALL OF DUTY: BLACK OPS 2

Os detalhes do novo Call of Duty até agora

CRYSIS 3: QUAL SERÁ SEU FOCO

Primeiros detalhes do desenvolvimento de Crysis 3

domingo, 11 de dezembro de 2011

I Am Alive não será lançado para PC por que "não vale a pena"


Depois te ter gerado uma polêmica danada se o I Am Alive seria cancelado, um jogo pós apocalíptico de sobrevivência, agora sai a notícia de que ele não será lançado para PC. E agora, a Ubisoft fez um pronunciamento que, sinceramente, foi espantoso. A todos os jogadores de PC que se sentiram deixados para trás, a Ubisoft disse: "parem de chiar".

"Estamos ouvindo alto e claro os jogadores de PC chiando porque não haverá uma versão para PC", disse o diretor criativo Stanislas Mettra. 

"Mas essas pessoas só estão fazendo barulho porque não terá uma versão para PC ou porque realmente se trata de um jogo que querem jogar? Eles comprariam se fizéssemos? É difícil porque há tanta pirataria e tão poucas pessoas pagando por jogos em PC que acabamos sendo obrigados a pensar mesmo se vale a pena, se paga o desenvolvimento. Talvez precisaríamos de apenas 12 caras em 3 meses para portabilizar o jogo para o PC. Não é um custo muito elevado, mas ainda assim é um custo. se apenas 50.000 pessoas comprarem o jogo, não valeu a pena."
De acordo com Sébastien Arnoult, ele vê o modelo free to play de Ghost Recon Online uma boa forma de combater a pirataria. Recentemente vocês já devem ter notado as confusões com aquela porcaria de DRM da Ubisoft, e pelo que esse Stanislas disse, eles preferem não lançar o jogo do que tentar uma forma mais inteligente de combater a pirataria. É a lei do menor esforço e da preguiça, e ainda culpa os jogadores por um serviço mais que mal feito.

E ainda assim, de alguma forma, Skyrim teve um recorde de jogadores simultâneos no dia de lançamento, com um pico de quase 250.000 jogadores no Steam. Portal 2 também vendeu a maioria de suas cópias de varejo também. Ah é, e as promoções do Steam? Já deu uma olhada na sua biblioteca? Olha as dos seus amigos, veja a quantidade de jogos originais. Realmente, nenhum jogador de PC compra jogos originais. Eu é que devo estar errado.

Ghost Recon: Future Soldier não virá para PC


Por algum motivo, a Ubisoft transformou o Ghost Recon: Future Soldier para PC em um jogo free to play: Ghost Recon Online.

A publicadora diz que Ghost Recon: Future Soldier não foi anunciado para PC, e que o Ghost Recon Online é o equivalente.

Entretanto, Future Soldier já foi anunciado para PC em 2010, dizendo que mais detalhes seriam divulgados no futuro (e nunca mais foram). Existe até um fórum oficial de Ghost Recon: Future Soldier para PC, o que prova que essa era a intenção inicial da Ubisoft.

O produtor Senior de Ghost Recon Online, Sebastien Arnoult, disse ao site PC Gamer: 
"quando iniciamos a produção de Ghost Recon Online tínhamos em mente o Ghost Recon: Future Soldier; pensamos em simplesmente portabilizar o jogo sem nenhum desenvolvimento profundo, porque sabemos que 95% de nossos consumidores vão piratear o jogo. Então dissemos ok, temos que mudar nosso jeito de pensar. Temos que nos adaptar, temos que aceitar isso ao invés de repelir. Essa foi a principal reflexão por trás de Ghost Recon Online. Para os usuários que estão tradicionalmente jogando nossos jogos baixados do Pirate Bay, nos dissemos, 'ok, vá em frente pessoal. É isso que vocês querem. Nós escutamos vocês. Nós estamos dando a maior parte do conteúdo de graça porque assim não haverão barreiras. É fácil de baixar, e não tem nenhuma DRM que possa poluir sua experiência."
A Ubisoft de Sigapura está desenvolvendo o Ghost Recon Online. A princípio, não parece muito diferente do Future Soldier de PS3 e X360, mas pelo jeito não terá uma campanha single player.

Ghost Recon Online está em closed beta na Alemanha e na França por enquanto. Mais informações você pode entrar no site oficial do Ghost Recon Online.

A Ubisoft é uma publicadora que vem sendo sinônimo de problemas relacionados com pirataria no PC. A publicadora tenta combater a pirataria com aquela porcaria de DRM, que acaba por ferrar apenas quem compra o jogo original, enquanto os piratas já tem uma forma de contornar essa segurança. Além disso, as versões de PC sempre tem sua data de lançamento adiada devido à implantação de DRM.

O resultado é esse ódio que se nota dos jogadores de PC contra a Ubisoft. Enquanto os cabeçudos lá dentro baterem nessa tecla que "jogadores de PC só pirateiam", eles vão continuar perdendo consumidores dessa plataforma. Deveriam ser mais inteligentes, e abrirem a mente para soluções mais convenientes de combate à pirataria, e aprender muito com o mestre Gabe Newell da Valve.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Dead Island banido na Alemanha


É isso mesmo, o jogo de combate contra zumbis em uma ilha paradisíaca foi proibido na Alemanha. A desenvolvedora Techland diz que não ficou surpresa com a decisão. "A Alemanha tem suas próprias regras quando se trata de video games e violência, e a indústria só pode obedecer," eles disseram.

Fazendo uma versão do jogo com sangue verde (que nem era antigamente) não iria ajudá-los nesse caso. Dead Island foi posto na "Lista B" pelo Departamento Federal Alemão de Mídia Agressiva Para Jovens Audiências. É uma lista reservada para as mídias que contém tortura extrema ou conteúdo nazista. Provavelmente é melhor nem saber que tipo de material cai na "Lista A".

"Tanto a Deep Silver e a Techland estavam conscientes sobre essa possibilidade desde o início," disse a publicadora. As razões para a proibição não foram reveladas publicamente, mas tem haver com a vasta quantidade de violência e desmembramento no Dead Island.

Uma posição na Lista B torna o jogo ilegal para ser vendido na Alemanha e os carregamentos destinados ao país correm o risco de serem apreendidos.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Jogo de Mad Max: Fury Road está sendo produzido


De acordo com o diretor George Miller, que está fazendo mais um filme do Mad Max, ele também planeja fazer um jogo inspirado no filme.

Mad Max tem servido de inspiração para uma porrada de jogos pós-apocalípticos, e com certeza você já deve ter gritado em pensamento: "FALLOUT!". Esse talvez foi o jogo que mais se inspirou no filme. Quem jogou os 3, deve se lembrar que em um dos títulos você encontra um personagem chamado M. Gibson, em todos os 3 você usa aquela velha jaqueta sem uma das mangas que o Mad Max usa nos filmes e claro, o Dogmeat, seu cachorro de estimação.

O jogo seria feito na Suécia, até Miller conhecer o criador de LA Noire, Brendan McNamara, que parece estar trabalhando no jogo.

Ao contrário de muitos diretores, Miller parece ter um completo conhecimento das indústrias de jogos, apesar de seus 66 anos, e como ela pode beneficiar a indústria cinematográfica. "É uma forma de contar uma história em 4 dimensões," disse Miller. " Um jogo pode literalmente se tornar o equivalente de um romance. Isso é o que pessoas como eu, que escreve roteiros de filmes, invejam os romancistas: eles podem parar e explorar todos os detalhes. Em filme, seria ótimo poder parar o tempo e examinar o personagem, mas você não pode."

Mais detalhes específicos de como um jogo do Mad Max funcionaria não foram anunciados ainda, mas há um potencial gigantesco na franquia, e quanto a isso não há dúvida. McNamara pode garantir perseguições de carro bem divertidas e furiosas, e o envolvimento de Miller fará com que a narrativa do jogo seja ótima. O filme Fury Road já está sendo filmado, com o ator britânico Tom Hardy no papel de Max (não, infelizmente não será o Mel Gibson). Também há uma animação sendo produzida, e Miller citou o Akira como influência para a animação.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Concorra a 10 jogos no Steam por 10 dias


Tem gente que me pergunta porquê eu prefiro jogar no PC. Além do que todo mundo sempre fala, que são gráficos melhores, jogos mais imersivos, comandos mais amigáveis e preços mais agradáveis, ainda tem essas promoções do Steam que fazem o seu cartão de crédito tremer. Não pelo preço dos jogos em si, mas pela quantidade que você irá comprar, pois são muito baratos. Além de Brink estar grátis nesse final de semana para quem quiser experimentar, e com um desconto de 75% ($4,99 para ser mais exato), o Steam está fazendo mais uma daquelas promoções em que você "corre o risco" de ser agraciado com os 10 primeiros jogos da sua lista de desejos.

Então, resumindo: entre na sua conta do Steam e adicione, no mínimo, 10 jogos à sua lista de desejos, se é que você já não tenha.

Para concorrer, todo dia o Steam fará uma promoção. Hoje é Terraria, que com 75% de desconto sai a $2,50 (popular "dinheiro de pinga", para quem não conhece). Então, veja o que terá que fazer: entre no site do Terraria no Steam e... Pronto. É, pronto. não precisa fazer mais nada, é só entrar no site do jogo que está em promoção naquele dia e voilá, já está concorrendo.

E então? É bom usar um PC pra jogo ou não é?

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Segredo para combater a pirataria: fazer jogos melhores


A publicadora Ubisoft iniciou um bocado de controvérsia no ano passado quando ela começou a inserir em seus jogos aquele ridículo DRM, que exige que você esteja online o tempo todo para poder jogar alguma coisa, mesmo em se tratando de jogos single player, como Assassin's Creed.

Para variar, é um método anti-pirataria que ferra só com quem realmente compra os jogos originais, porque se a conexão cai, você perde todo o seu progresso. Entretanto, alguns piratas hackers bem inteligentes conseguiram burlar esse DRM facilmente, e ainda deixaram um recadinho para a Ubisoft:
"Obrigado Ubisoft, esse foi quase um desafio para nós, mas nada impede a força líder de fazer o que fazemos. Na próxima vez, foquem no jogo, e não no DRM. Provavelmente isso foi horrível para os usuários legítimos que compraram o original. Nós apenas tornamos suas vidas mais fáceis."
Será que a Ubisoft deveria dar ouvidos aos piratas? Publicadoras tem passado as últimas duas décadas pensando em novos modos de combater a pirataria. As vezes um DRM estraga um jogo justamente para os usuários legítimos, enquanto promovem apenas uma pedrinha no caminho dos piratas.

Gabe Newell, líder executivo da Valve, diz que as publicadoras andaram para trás. Elas deveriam usar a cenoura, e não a vara, e recompensar as pessoas por fazer a coisa certa.
"O jeito mais fácil de combater a pirataria não é pondo tecnologias anti-pirataria nos jogos. è dando às pessoas um serviço que é melhor do que o oferecido pelos piratas."
Ou seja: foquem nos jogos, e não no DRM.

Os planos da Ubisoft não estão funcionando. Mesmo tomando essas medidas desgraçantes, a companhia diz que 90% das pessoas que jogam seus jogos estão jogando ilegalmente.

Mas quantas pessoas só se usou de pirataria para evitar o DRM? Quantos desses piratas podem ter realmente comprado os jogos originais, como o Assassin's Creed II, se eles pudessem ter a escolha de jogar sem se conectar à internet? As mesmas pessoas que dizem que os russos pirateiam tudo, por exemplo, são as  mesmas pessoas que esperam 6 meses para lançar seus produtos na Rússia.

Se o cara tem uma internet péssima, ou se ele quiser jogar Assassin's Creed II dentro de um avião, por exemplo, ele tem que ser forçado a baixar um crack?

Gabe Newell, que também administra o Steam, insiste que de fato este é o caso: jogadores buscam pirtas por conveniência, e não por problemas financeiros.

Apesar da quantidade de pirataria na Rússia, Newell diz que a Valve transformou a Rússia em um do seus maiores mercados.

Steam revolucionou a forma como as pessoas compram e jogam. Não é apenas uma loja digital. Steam encoraja seus clientes a comprar jogos, compartilhar com os amigos e competir online por conquistas. Para esses jogadores, se tornou mais divertido comprar jogos do que pirateá-los.

Muito do sucesso da Valve vem da sua boa vontade em quebrar a tradição. De acordo com Newell, todos os passos que a empresa toma é cuidadosamente pesquisado e planejado, guiado pela imensa quantidade de dados de clientes que eles minam todos os dias.

"Nós nos utilizamos do privilégio de estarmos conectados a 30 milhões de usuários para medir as consequências de tudo que fazemos," Diz Newell, que destacou também que qualquer publicadora pode fazer uso de seu serviço Steamworks para consultar esses dados sobre como os clientes estão se comportando, e então, agir de acordo.

Se as publicadoras de PC mergulharem nesses dados, ou simplesmente começar a perguntar a qualquer um nas ruas, eles vão descobrir o que Newell fez: piratas de jogos querem gastar o seu dinheiro em experiências melhores.

Enquanto houver pássaros no céu e fios no seu computador, haverá pirataria na internet. Não tem jeito de lutar contra isso, é simples assim. Não tem. Mas fazendo o uso de recompensas positivas ao invés de punições, as publicadoras podem não apenas impedir o trabalho dos piratas, mas convertê-los em clientes.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Overgrowth... Já ouviu falar?


Não é todo dia que você entra em um site de jogos e vê algum jogo novo em desenvolvimento que realmente deixa você pensando: "puts, que loucura, será que isso dá certo?", ou simplesmente "wtf?!", mas Overgrowth fez isso comigo, e eu tinha que postar algo aqui.

Sabe o que eu mais gosto nos desenvolvedores independentes? Eles ousam. Eles experimentam o novo, e não estão nem aí se vai vender ou não, se vai dar certo ou não, afinal de contas não tem nenhuma publicadora mega-milionária enfiando a ponta do espeto nas costas deles. Tudo é feito a seu tempo, com o que dá na telha, e pronto, o restante é lucro. Muitas vezes literalmente.


Nas palavras dos desenvolvedores,
"nós não queríamos fazer um jogo de luta cheio de ninjas; ninguém iria se interessar por um jogo desses hoje em dia, o jogo teria que ter algo novo, que ninguém nunca pensou antes, e além do mais, não queríamos que o jogo apresentasse seres humanos sangrando o tempo todo. Isso poderia trazer problemas para a gente, portanto, resolvemos usar coelhos."


Sacou a ideia aí? Overgrowth é um jogo de luta entre coelhos em um mundo aberto. Tipo um cruzamento entre Street Fighter, Skyrim e um monte de coelhos. Infelizmente o desenvolvimento de Overgrowth está longe de terminar, talvez ainda levará uns 2 ou 3 anos para terminar, mas quem quiser efetuar a pré-compra pode ir no site oficial de Overgrowth, pagar e ainda fazer o download do jogo como está. Quando ele for lançado, você não só fica com o jogo completo como ainda ganha um serial dele para ativação no Steam para jogar em qualquer lugar. Quem quiser também pode seguí-los no Twitter.